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Novidades do GLPI 11, ITIL e o novo momento do ITSM open source

Novidades do GLPI 11, ITIL e o novo momento do ITSM open source

Novidades do GLPI 11, ITIL e o novo momento do ITSM open source

O GLPI entrou em uma nova fase. Depois de anos sendo reconhecido como uma das principais soluções open source para service desk, gestão de ativos e ITSM, a plataforma vem avançando em pontos que hoje estão no centro das discussões de tecnologia: segurança, experiência do usuário, automação, integração entre sistemas, Enterprise Service Management e gestão mais inteligente do ciclo de vida dos ativos.

Para empresas que já utilizam GLPI, esse movimento traz uma oportunidade importante: revisar como a ferramenta está sendo usada, avaliar a maturidade da operação e entender quais recursos podem gerar mais valor no dia a dia. Para empresas que ainda estão escolhendo uma plataforma de ITSM, o momento também é relevante, porque mostra um ecossistema mais maduro, com comunidade ativa, evolução constante e rede oficial de parceiros.

Mais do que acompanhar uma nova versão, o ponto principal é entender o que essas novidades significam para a gestão da TI.

GLPI 11: uma evolução importante para a plataforma

O GLPI 11 foi anunciado oficialmente em 30 de setembro de 2025 como uma versão estável e pronta para produção. Entre os destaques divulgados pelo projeto estão ativos customizados nativos, formulários integrados com novo editor, novo portal de autosserviço, autenticação em dois fatores, webhooks e avanços no ecossistema de integrações.

Na prática, esses recursos aproximam ainda mais o GLPI das necessidades atuais das áreas de TI. A ferramenta deixa de ser vista apenas como um sistema de chamados e passa a reforçar seu papel como plataforma de gestão de serviços, ativos, fluxos e relacionamento entre a TI e os usuários internos.

Os ativos customizados, por exemplo, ampliam a capacidade de adaptar a plataforma à realidade de cada organização. Isso é importante porque nem toda empresa precisa controlar apenas computadores, impressoras e equipamentos tradicionais. Muitas precisam gerenciar contratos, dispositivos específicos, recursos operacionais, itens de infraestrutura, ambientes e outros elementos que fazem parte do serviço entregue ao negócio.

Segurança e atualização continuam no centro da conversa

Outro tema muito comentado na comunidade GLPI é a necessidade de manter ambientes atualizados. Em 29 de abril de 2026, o projeto anunciou as versões GLPI 11.0.7 e 10.0.25, com correções de segurança e correções de bugs. Esse tipo de atualização reforça uma mensagem importante: uma plataforma de ITSM não deve ser tratada como algo que se instala uma vez e fica parado por anos.

O GLPI costuma concentrar informações sensíveis da operação, como chamados, usuários, ativos, histórico técnico, documentos, contratos, fornecedores e fluxos internos. Por isso, atualização, backup, validação de plugins, revisão de permissões e acompanhamento de mudanças precisam fazer parte da rotina de governança.

Empresas que ainda operam versões antigas devem olhar para esse tema com atenção. A pergunta não é apenas “qual versão está instalada?”, mas também: o ambiente está seguro, suportável, documentado e preparado para evoluir?

ITIL, ITSM e ESM: o GLPI está acompanhando uma mudança maior

As discussões atuais sobre GLPI também acompanham uma mudança mais ampla no mercado de ITSM. A TI continua precisando lidar bem com incidentes, requisições, mudanças, problemas, ativos e níveis de serviço. Esses fundamentos seguem alinhados às boas práticas da ITIL e continuam sendo essenciais para qualquer operação que deseja reduzir improviso e ganhar consistência.

Mas o mercado está indo além. Cada vez mais empresas querem aplicar conceitos de gestão de serviços fora da TI, em áreas como facilities, financeiro, jurídico, RH, compras e operações. Esse movimento, conhecido como Enterprise Service Management, transforma a plataforma de ITSM em uma base para organizar serviços internos de forma mais ampla.

O GLPI se encaixa bem nessa conversa porque combina service desk, gestão de ativos, formulários, catálogos, fluxos, aprovações, base de conhecimento, notificações, relatórios e integrações. Com planejamento, a empresa consegue usar a mesma lógica de gestão de serviços para melhorar a experiência dos usuários e aumentar a rastreabilidade das demandas.

Automação, integrações e webhooks: menos operação manual

Outro tema forte no ecossistema GLPI é a automação. A presença de webhooks no GLPI 11 é um sinal claro dessa direção. Com integrações bem desenhadas, a plataforma pode conversar melhor com outros sistemas, acionar fluxos externos, reduzir tarefas manuais e melhorar a velocidade de resposta da operação.

Isso abre espaço para cenários como integração com ferramentas de monitoramento, sistemas de inventário, canais de atendimento, plataformas de mensageria, soluções de BI, automações internas e processos específicos de cada empresa.

O cuidado necessário é não automatizar processos mal definidos. Antes de conectar tudo, é preciso entender quais fluxos fazem sentido, quais dados devem circular, quem aprova cada etapa e como a empresa vai medir resultado. Automação boa não é a que apenas dispara ações. É a que reduz ruído, preserva governança e melhora a operação.

Experiência do usuário também virou prioridade

O novo portal de autosserviço e os formulários integrados mostram outro ponto importante: a experiência dos usuários finais passou a ter mais peso. Uma operação de service desk não depende apenas da equipe técnica. Ela também depende de como os usuários abrem chamados, encontram serviços, descrevem problemas e acompanham suas solicitações.

Quando o portal é confuso, os formulários são genéricos e o catálogo não reflete a realidade da empresa, a qualidade dos dados cai. A equipe técnica recebe demandas incompletas, gasta mais tempo fazendo triagem e perde eficiência.

Por outro lado, quando o GLPI é bem estruturado, com formulários objetivos, serviços claros e linguagem adequada ao público interno, a operação melhora desde a origem da demanda. Isso reduz retrabalho e ajuda a TI a atuar com mais precisão.

Sustentabilidade digital e ciclo de vida dos ativos

Um tema que ganhou força no ecossistema GLPI é a sustentabilidade digital. O projeto vem destacando iniciativas relacionadas à medição de impacto ambiental dos ativos digitais, como computadores, servidores, monitores, dispositivos móveis e equipamentos de rede.

Esse movimento conversa diretamente com a gestão de ativos. Empresas que conhecem melhor seu parque tecnológico conseguem planejar substituições, reaproveitar equipamentos, reduzir desperdícios, melhorar compras e tomar decisões mais conscientes sobre infraestrutura.

Na prática, ITAM, ITSM e sustentabilidade deixam de ser assuntos separados. Uma base confiável de ativos ajuda a TI a operar melhor, controlar custos, reduzir riscos e apoiar decisões ligadas ao ciclo de vida da tecnologia.

O que a comunidade mais tem discutido

Ao observar as conversas recentes sobre GLPI, alguns temas aparecem com frequência:

  • planejamento de upgrade para o GLPI 11
  • correções de segurança e necessidade de manter versões atualizadas
  • compatibilidade de plugins e impacto em ambientes existentes
  • melhoria da experiência do portal de autosserviço
  • uso de formulários para qualificar melhor as solicitações
  • integrações com canais de atendimento, monitoramento e automação
  • aplicação do GLPI em cenários de ESM, além da TI tradicional
  • busca por suporte profissional para ambientes críticos

Esses assuntos mostram que o debate amadureceu. A pergunta já não é apenas se o GLPI funciona. A pergunta agora é como usar o GLPI com mais governança, segurança, aderência ao negócio e sustentação profissional.

Por que a parceria da Marcati com a Teclib importa

Em março de 2026, a Teclib anunciou oficialmente a Marcati como parceira Silver GLPI Network no Brasil. Esse reconhecimento fortalece uma trajetória que a Marcati já vinha construindo há anos com GLPI, open source, infraestrutura, desenvolvimento de soluções e atendimento a ambientes corporativos.

Na prática, essa parceria aproxima os clientes da Marcati do ecossistema oficial GLPI Network. Isso é importante para empresas que precisam de uma implantação bem conduzida, suporte especializado, orientação sobre evolução de versão, revisão de ambiente, plugins, integração com processos internos e acesso a uma rede estruturada em torno da solução.

A parceria também reforça um ponto comercial importante: projetos GLPI não precisam ser conduzidos no improviso. Uma empresa pode aproveitar a flexibilidade do open source e, ao mesmo tempo, contar com apoio profissional, boas práticas, suporte e visão consultiva para reduzir riscos.

Como a Marcati apoia empresas que usam GLPI

A Marcati atua em projetos GLPI com uma visão prática de operação. Isso significa olhar para a ferramenta, mas também para os processos, a rotina da equipe, os objetivos da gestão e a maturidade atual da empresa.

Esse apoio pode envolver implantação, atualização, diagnóstico de ambiente, revisão de categorias, estruturação de catálogo de serviços, configuração de fluxos, melhoria de formulários, adequação de permissões, personalizações, integrações, relatórios, treinamento e sustentação contínua.

Além disso, a Marcati possui histórico próprio no ecossistema GLPI, incluindo atuação desde 2012, desenvolvimento de soluções e plugins, participação com a comunidade e foco em melhorias que resolvem problemas reais da operação.

Oportunidade para revisar a maturidade da TI

As novidades do GLPI 11 e o movimento da comunidade mostram que este é um bom momento para empresas revisarem sua maturidade em ITSM. Isso vale tanto para quem já utiliza GLPI quanto para quem ainda está escolhendo uma plataforma.

Algumas perguntas ajudam a iniciar essa análise:

  • o GLPI está atualizado e com plugins compatíveis?
  • os formulários realmente coletam as informações necessárias?
  • o portal de autosserviço facilita a vida do usuário?
  • os fluxos seguem boas práticas de ITIL sem excesso de burocracia?
  • a gestão de ativos está confiável e conectada à operação?
  • existem integrações que poderiam reduzir trabalho manual?
  • a empresa tem suporte especializado para evoluir com segurança?

Responder essas perguntas com clareza ajuda a transformar o GLPI em uma plataforma mais estratégica, e não apenas em um local para registrar chamados.

GLPI com flexibilidade open source e apoio profissional

O grande diferencial do GLPI continua sendo a combinação entre liberdade, comunidade, maturidade funcional e possibilidade de adaptação. Mas, em ambientes corporativos, flexibilidade precisa vir acompanhada de responsabilidade técnica.

Com a evolução do GLPI 11, as novas discussões de ITSM e a parceria da Marcati com a Teclib, as empresas brasileiras passam a ter um caminho mais claro para profissionalizar seus projetos GLPI: usar uma solução open source robusta, alinhada a boas práticas e sustentada por especialistas que conhecem a realidade da operação.

O momento é favorável para atualizar, revisar, integrar e evoluir.

Se a sua empresa utiliza GLPI ou quer iniciar um projeto de ITSM com mais segurança, a Marcati pode ajudar com consultoria, implantação, suporte e evolução da plataforma em parceria com o ecossistema oficial da Teclib.

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